VELHOS JOGOS DE TABERNA
José de Vala Roberto – Música
José de Vala Roberto – Letra
Rapa, tira, põe e deixa
Com três moedas na mão
Quem joga aqui nunca se queixa
Se estão aflito, mete o carrão
Jogo o ás que o trunfo é copas
Baldas a manilha seca
Põe-te a pau e vê se topas
Quem é que e o rei da sueca
São velhos jogos
De outros tempos
É das tabernas que já lá vão,
São as memórias
De bons momentos
De quem viveu na Lisboa de então.
Sou o maior do botequim
Ganho sempre ao gamão
Bisco e não há pai p’ra mim
Na taberna sou campeão
Copos de dois, copos de três
Esta rodada pago eu
Depois então pagam vocês
Baralhas tu e parto eu.
MARVILA CERRA FILEIRAS
José de Vala Roberto – Música
José de Vala Roberto – Letra
Por Marvila
Vou na Marcha
Por Marvila
Ergo a voz
Sigo os passos
Dos meus pais
E também
Dos meus avós
Por Marvila
Acerto o passo
Por Marvila
Perco o sono
Por Marvila
Tudo Faço
És a rainha
Do meu trono Marvila cerra fileiras
Dá os braços bem unida
E sonha noites inteiras
Com a Marcha a passar
Na Avenida.
Marvila é esta vontade
Esta alma e esta alegria
Marvila é esta vaidade
A cantar e a marchar
De noite e de dia
Marvila não pode ter
Ruas cheias de turistas
Mas Marvila sabe ser
Um Bairro a valer
Sem dar nas vistas
Marvila e a sua gente
Sabem querer e esperar
Seguir e marchar em frente
P’la noite contente
Com o povo a cantar
José de Vala Roberto – Música
José de Vala Roberto – Letra
Rapa, tira, põe e deixa
Com três moedas na mão
Quem joga aqui nunca se queixa
Se estão aflito, mete o carrão
Jogo o ás que o trunfo é copas
Baldas a manilha seca
Põe-te a pau e vê se topas
Quem é que e o rei da sueca
São velhos jogos
De outros tempos
É das tabernas que já lá vão,
São as memórias
De bons momentos
De quem viveu na Lisboa de então.
Sou o maior do botequim
Ganho sempre ao gamão
Bisco e não há pai p’ra mim
Na taberna sou campeão
Copos de dois, copos de três
Esta rodada pago eu
Depois então pagam vocês
Baralhas tu e parto eu.
MARVILA CERRA FILEIRAS
José de Vala Roberto – Música
José de Vala Roberto – Letra
Por Marvila
Vou na Marcha
Por Marvila
Ergo a voz
Sigo os passos
Dos meus pais
E também
Dos meus avós
Por Marvila
Acerto o passo
Por Marvila
Perco o sono
Por Marvila
Tudo Faço
És a rainha
Do meu trono Marvila cerra fileiras
Dá os braços bem unida
E sonha noites inteiras
Com a Marcha a passar
Na Avenida.
Marvila é esta vontade
Esta alma e esta alegria
Marvila é esta vaidade
A cantar e a marchar
De noite e de dia
Marvila não pode ter
Ruas cheias de turistas
Mas Marvila sabe ser
Um Bairro a valer
Sem dar nas vistas
Marvila e a sua gente
Sabem querer e esperar
Seguir e marchar em frente
P’la noite contente
Com o povo a cantar
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