terça-feira, 29 de abril de 2008
O tempo passa...
O tempo está a passar e cada dia de ensaios é um crescer de ansiedade na espera das duas grandes actuações que aí vêm, não quero ser egocentrista mas acho que vai ser difícil ficarem à nossa frente, TEMOS MARCHA! e o melhor é que todos queremos o mesmo, GANHAR! é incrível como nós conseguimos tal empenho sem qualquer tipo de militarismo ou regras Salazaristas. "Estou mesmo numa marcha de topo"
terça-feira, 22 de abril de 2008
Está para breve...
Bom mais um ano e mais uma vez vamos ter grandes marchas no Pavilhão Atlântico e na Avenida da Liberdade na noite de Santo António.
Mais uma vez vamos lutar e vamos ver o que dá será que é desta, logo se verá mas tenham cuidado pois este ano e á semelhança do ano passado temos uma grande marcha.
Mais uma vez vamos lutar e vamos ver o que dá será que é desta, logo se verá mas tenham cuidado pois este ano e á semelhança do ano passado temos uma grande marcha.
Letra da Grande Marcha de Lisboa 2008
“ Lisboa de Camões Vieira e Pessoa “
Letra: José Luís Refachinho Gordo
Música: Arménio Coelho de Melo
Das varandas e janelas
Dos telhados encarnados
E o Tejo cheio de estrelas
Nos olhos dos namorados
E no Chiado janota
Sentado na Brasileira
Lá está falando o Pessoa
Do Padre António Vieira
Olá Lisboa
Cidade das sete colinas
Do Camões e do Pessoa
De tantos nomes de proa
E das antigas varinas
Olá Lisboa
Dos poentes cor-de-rosa
Da sua Sé já velhinha
Tão perfeita e tão formosa
Cidade mulher rainha
Dos amores e ilusões
Da saia Augusta e garrida
Do Terreiro de paixões
Da Liberdade da vida
De espelhos feitos de mar
Senhora de fado e saudade
Onde Alfamas se penteiam
Seis letras, nome, cidade
Olá Lisboa
Cidade das sete colinas
Do Camões e do Pessoa
De tantos nomes de proa
E das antigas varinas
Olá Lisboa
Dos poentes cor-de-rosa
Da sua Sé já velhinha
Tão perfeita e tão formosa
Cidade mulher rainha
SOLO
Olá Lisboa
Dos poentes cor-de-rosa
Da sua Sé já velhinha
Tão perfeita e tão formosa
Cidade mulher rainha
Letra: José Luís Refachinho Gordo
Música: Arménio Coelho de Melo
Das varandas e janelas
Dos telhados encarnados
E o Tejo cheio de estrelas
Nos olhos dos namorados
E no Chiado janota
Sentado na Brasileira
Lá está falando o Pessoa
Do Padre António Vieira
Olá Lisboa
Cidade das sete colinas
Do Camões e do Pessoa
De tantos nomes de proa
E das antigas varinas
Olá Lisboa
Dos poentes cor-de-rosa
Da sua Sé já velhinha
Tão perfeita e tão formosa
Cidade mulher rainha
Dos amores e ilusões
Da saia Augusta e garrida
Do Terreiro de paixões
Da Liberdade da vida
De espelhos feitos de mar
Senhora de fado e saudade
Onde Alfamas se penteiam
Seis letras, nome, cidade
Olá Lisboa
Cidade das sete colinas
Do Camões e do Pessoa
De tantos nomes de proa
E das antigas varinas
Olá Lisboa
Dos poentes cor-de-rosa
Da sua Sé já velhinha
Tão perfeita e tão formosa
Cidade mulher rainha
SOLO
Olá Lisboa
Dos poentes cor-de-rosa
Da sua Sé já velhinha
Tão perfeita e tão formosa
Cidade mulher rainha
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
MARVILA 2007 - O QUE OS FEZ LÁ ESTAR
Nesta Marcha não participei, muito embora tivesse adorado todo o conjunto, a coreografia estava muito à "frente", os arcos e os figurinos estavam muito bons.
Muitos Parabéns!!
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Musicas inéditas de 2007
VELHOS JOGOS DE TABERNA
José de Vala Roberto – Música
José de Vala Roberto – Letra
Rapa, tira, põe e deixa
Com três moedas na mão
Quem joga aqui nunca se queixa
Se estão aflito, mete o carrão
Jogo o ás que o trunfo é copas
Baldas a manilha seca
Põe-te a pau e vê se topas
Quem é que e o rei da sueca
São velhos jogos
De outros tempos
É das tabernas que já lá vão,
São as memórias
De bons momentos
De quem viveu na Lisboa de então.
Sou o maior do botequim
Ganho sempre ao gamão
Bisco e não há pai p’ra mim
Na taberna sou campeão
Copos de dois, copos de três
Esta rodada pago eu
Depois então pagam vocês
Baralhas tu e parto eu.
MARVILA CERRA FILEIRAS
José de Vala Roberto – Música
José de Vala Roberto – Letra
Por Marvila
Vou na Marcha
Por Marvila
Ergo a voz
Sigo os passos
Dos meus pais
E também
Dos meus avós
Por Marvila
Acerto o passo
Por Marvila
Perco o sono
Por Marvila
Tudo Faço
És a rainha
Do meu trono Marvila cerra fileiras
Dá os braços bem unida
E sonha noites inteiras
Com a Marcha a passar
Na Avenida.
Marvila é esta vontade
Esta alma e esta alegria
Marvila é esta vaidade
A cantar e a marchar
De noite e de dia
Marvila não pode ter
Ruas cheias de turistas
Mas Marvila sabe ser
Um Bairro a valer
Sem dar nas vistas
Marvila e a sua gente
Sabem querer e esperar
Seguir e marchar em frente
P’la noite contente
Com o povo a cantar
José de Vala Roberto – Música
José de Vala Roberto – Letra
Rapa, tira, põe e deixa
Com três moedas na mão
Quem joga aqui nunca se queixa
Se estão aflito, mete o carrão
Jogo o ás que o trunfo é copas
Baldas a manilha seca
Põe-te a pau e vê se topas
Quem é que e o rei da sueca
São velhos jogos
De outros tempos
É das tabernas que já lá vão,
São as memórias
De bons momentos
De quem viveu na Lisboa de então.
Sou o maior do botequim
Ganho sempre ao gamão
Bisco e não há pai p’ra mim
Na taberna sou campeão
Copos de dois, copos de três
Esta rodada pago eu
Depois então pagam vocês
Baralhas tu e parto eu.
MARVILA CERRA FILEIRAS
José de Vala Roberto – Música
José de Vala Roberto – Letra
Por Marvila
Vou na Marcha
Por Marvila
Ergo a voz
Sigo os passos
Dos meus pais
E também
Dos meus avós
Por Marvila
Acerto o passo
Por Marvila
Perco o sono
Por Marvila
Tudo Faço
És a rainha
Do meu trono Marvila cerra fileiras
Dá os braços bem unida
E sonha noites inteiras
Com a Marcha a passar
Na Avenida.
Marvila é esta vontade
Esta alma e esta alegria
Marvila é esta vaidade
A cantar e a marchar
De noite e de dia
Marvila não pode ter
Ruas cheias de turistas
Mas Marvila sabe ser
Um Bairro a valer
Sem dar nas vistas
Marvila e a sua gente
Sabem querer e esperar
Seguir e marchar em frente
P’la noite contente
Com o povo a cantar
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